Às vezes é inevitável pensar em como algumas pessoas usam máscaras tão convincentes. Você acha que conhece a pessoa, confia nela até de olhos vendados e, de repente, você se vê diante de um total estranho. E nessa hora você percebe que a falta que você sente é de uma pessoa que nunca existiu...que quem estava ali é justamente esse que agora se revela.
É certo que assumimos perfis para cada papel que desempenhamos, mas...muitas pessoas saem dos limites do perfil e chegam nas mentiras, na falsidade, na enganação.
Infelizmente, ninguém tem escrito na testa se usa ou não máscaras.
É realmente uma pena.
E assim vamos vivendo.
domingo, 17 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Lost for Words
O passado já morreu. Foco nos objetivos. Visão naquilo que se quer.
Lost for Words - Pink Floyd
I was spending my time in the doldrums
I was caught in the cauldron of hate
I felt persecuted and paralyzed
I thought that everything else would just wait
While you are wasting your time on your enemies
Engulfed in a fever of spite
Beyond your tunnel vision reality fades
Like shadows into the night
(...)
Lost for Words - Pink Floyd
I was spending my time in the doldrums
I was caught in the cauldron of hate
I felt persecuted and paralyzed
I thought that everything else would just wait
While you are wasting your time on your enemies
Engulfed in a fever of spite
Beyond your tunnel vision reality fades
Like shadows into the night
(...)
Outra vez
"... Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso, às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez'..."
Ovelhas Negras
Caio Fernando Abreu
Ovelhas Negras
Caio Fernando Abreu
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Juro
Juro que às vezes me bate um cansaço...o cansaço do dia-a-dia, das tarefas e de tudo chega até a parecer pequeno perto do cansaço que sinto por dentro. Olho pra trás e vejo o quanto me doei para as pessoas, e o quanto as pessoas que eu mais me doei foram as que cravaram um punhal no meu peito. E isso me cansa. Confesso que tenho medo de o meu coração ficar tão enrijecido que eu já não saiba mais distinguir quem realmente merece que eu me dedique.
Frustrações, medos, insegurança, dor.
Mas o que é isso perto das histórias de vida que ouço? Pessoas que sentiram todo esse peso, esse cansaço, e não desistiram de construir sua própria felicidade, sua jornada, de conquistar seus sonhos. Quem sou eu pra desistir tão fácil? Há coisas pelas quais eu tinha de passar, eu tinha de experimentar, eu tinha que me libertar, por mais que às vezes a estrada do otimismo pareça tão difícil.
Mas o próprio Jesus disse que aquele que não carregar a sua cruz não pode seguí-lo. E minha cruz é até leve se comparada a de outras pessoas, guerreiras, lutadoras. E tenho pessoas maravilhosas que fazem a cruz ficar ainda mais leve.
Do que tenho a reclamar? Nada.
Juro que consigo. Juro.
Frustrações, medos, insegurança, dor.
Mas o que é isso perto das histórias de vida que ouço? Pessoas que sentiram todo esse peso, esse cansaço, e não desistiram de construir sua própria felicidade, sua jornada, de conquistar seus sonhos. Quem sou eu pra desistir tão fácil? Há coisas pelas quais eu tinha de passar, eu tinha de experimentar, eu tinha que me libertar, por mais que às vezes a estrada do otimismo pareça tão difícil.
Mas o próprio Jesus disse que aquele que não carregar a sua cruz não pode seguí-lo. E minha cruz é até leve se comparada a de outras pessoas, guerreiras, lutadoras. E tenho pessoas maravilhosas que fazem a cruz ficar ainda mais leve.
Do que tenho a reclamar? Nada.
Juro que consigo. Juro.
sábado, 9 de outubro de 2010
Pedras
Os desafios que Deus coloca em nosso caminho muitas das vezes são por nós tratados como momentos desagradáveis na vida e, de fato, na maioria de suas manifestações, realmente o são. Mas se encararmos tais desafios com a mente um pouco mais aberta, com a calma e serenidade que os sábios tanto pregam, saberemos compreender a razão de tudo: o nosso amadurecer.
Pra mim, isso é um exercício diário, porque originalmente cada músculo meu vai contra ter paciência. Mas isso é mais um exercício mental, então mesmo pessoas como eu podem fazê-lo. Ter fé, esperança no futuro, mesmo que as circunstâncias queiram dizer o contrário...não é fácil, mas é necessário.
Às vezes é preciso que outra pessoa chegue conosco e nos dê uma chacoalhada (ou, como diria meu amado catequista, que alguém jogue um sapato bem no meio da fuça hihi) ou que o desafio seja mais intenso. O importante é que possamos olhar cada pedra no caminho como uma oportunidade de lapidar algo maior, mais bonito e mais brilhante.
Pra mim, isso é um exercício diário, porque originalmente cada músculo meu vai contra ter paciência. Mas isso é mais um exercício mental, então mesmo pessoas como eu podem fazê-lo. Ter fé, esperança no futuro, mesmo que as circunstâncias queiram dizer o contrário...não é fácil, mas é necessário.
Às vezes é preciso que outra pessoa chegue conosco e nos dê uma chacoalhada (ou, como diria meu amado catequista, que alguém jogue um sapato bem no meio da fuça hihi) ou que o desafio seja mais intenso. O importante é que possamos olhar cada pedra no caminho como uma oportunidade de lapidar algo maior, mais bonito e mais brilhante.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Vinde

É, de vez em quando uma tristeza mais danada gosta de querer tentar me abater. Por um segundo posso até balançar...mas há coisas que não me fazem cair...
O abraço caloroso do amigo no meio do expediente...
O amistoso toque no rosto do amigo na Igreja...
O aperto de mão sincero e os olhos emocionados do sacerdote...
As gargalhadas compartilhadas com a amiga sincera...
A lembrança da vozinha doce da minha princesinha e da força da sua mãezinha...
O agradecimento honesto de quem não tem mais a quem recorrer.
Pra que deixar essa tristeza crescer se há coisas tão mais belas querendo romper as barreiras, querendo ar, vida?
Seria uma tola...então, venha vida! Alegria e amor! Vinde! =)
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
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