Ressurgindo. Fim de ano me deixa muito melancólica, e por não querer estragar a festa dos outros com a minha melancolia, costumo me recolher e reorganizar os pensamentos. Mas já estou bem e de volta.
Depois de me mandar há um bom tempo, hoje consegui ler os novos capítulos de um livro que uma grande amiga escreve. E um deles era baseado em mim. Logo me identifiquei com as desilusões daquela moça ali, afinal, eram as minhas. O anel (e os pseudo-planos com ele formados) no lixo, a esperança no futuro. É isso aí. Me arrancou lágrimas, mas não de tristeza, e sim de um não-sei-o-quê aqui dentro, não é saudade, nem arrependimento, talvez a lembrança da cicatriz que ficou.
Afinal, mesmo que superadas, as guerras costumam deixar cicatrizes. Mas elas só nos lembram da força que Deus nos dá, a resistência e proteção divinas.
Obrigada minha amiga! Melhor presente que já ganhei!!!
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