Esse é o nome da música que estou ouvindo direto, do Apocalyptica. Me foi enviada pelo meu mais saudoso companheiro de aventuras, num momento bem difícil pra mim. Mas mesmo assim, ele teve a sensibilidade de me enviá-la e dizer que eu iria gostar muito. De fato...violinos me atraem.
Engraçado como agora, quando o "farewell" finalmente foi aceito pelo meu coração e alma, essa música me faz mais sentido. Nela não há letra, só a melodia dos violinos e a bateria acompanhando...você tem realmente que ouví-la, sentí-la.
Coisa boba, mas que gostei de lembrar.
Obrigada, Lu.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Desafio
Ultimamente ando me sentindo como uma criança que estuda no ginásio (na minha época era ginásio, não sei mais hoje em dia). É interessante e desafiador, pois quando você acha que já sabe toda a matéria, vem o professor e te faz uma pergunta diferente, que te deixa desengonçada. Mas você estudou, você aprendeu, você sabe como se portar diante da pergunta nova...mas às vezes a surpresa de encontrar algo que você não esperava te faz titubear.
Assim foi hoje. Já fiz várias coisas nesse novo aprendizado: revoltei-me, chorei, adoeci, me senti só, mas depois enxuguei as lágrimas, me levantei e agora sigo na misericórdia divina. Aprendi que eu posso colocar energia no meu pensamento e com isso melhorar a mim mesma. E eis que hoje o Professor da Vida me traz uma questão diferente: lembranças. Lembranças de algo que um dia já me fez bem. E por um instante me fiz triste de saudade.
Mas eu tinha a resposta dentro de mim. Direcionar o pensamento, a energia, a fé. E graças a essa lição, estou aqui escrevendo na serenidade dos filhos que acreditam que o Pai tem algo maravilhoso guardado para os seus.
Obrigada, Pai.
Assim foi hoje. Já fiz várias coisas nesse novo aprendizado: revoltei-me, chorei, adoeci, me senti só, mas depois enxuguei as lágrimas, me levantei e agora sigo na misericórdia divina. Aprendi que eu posso colocar energia no meu pensamento e com isso melhorar a mim mesma. E eis que hoje o Professor da Vida me traz uma questão diferente: lembranças. Lembranças de algo que um dia já me fez bem. E por um instante me fiz triste de saudade.
Mas eu tinha a resposta dentro de mim. Direcionar o pensamento, a energia, a fé. E graças a essa lição, estou aqui escrevendo na serenidade dos filhos que acreditam que o Pai tem algo maravilhoso guardado para os seus.
Obrigada, Pai.
domingo, 5 de setembro de 2010
Diferença
E todos dizem que estou diferente! Deve ser porque sinto de novo o sonho pulsando e fazendo com que as veias e o coração queiram viver! A liberdade de conhecer o novo, de deixar um certo friozinho na barriga me surpreender de vez em quando, e ver o quanto Deus é maravilhoso pra mim e meus irmãos.
Obrigada por tudo, Senhor. Sem a tua força, não estaria tão bem agora!
Obrigada por tudo, Senhor. Sem a tua força, não estaria tão bem agora!
sábado, 28 de agosto de 2010
Morrendo e renascendo
E a menina submissa, tristonha e sempre preocupada começa a dar seus últimos suspiros, para dar lugar àquela garotinha sonhadora, esperançosa e feliz com o simples pôr-do-sol ou uma conversa de 5 minutos com um amigo querido. Coisas que, pra menina que está morrendo, eram empecilhos à sua submissão, hoje faz com que a garotinha que renasce tenha fé e esperança no futuro.
Bem-vinda de volta!
Bem-vinda de volta!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Às vezes é preciso que eu me perca para me encontrar novamente. Enquanto estou perdida, sinto o vazio, a solidão, os espinhos me ferindo os pés e o desespero de achar que a luz está em um lugar inalcançável.
Mas até mesmo me reencontrar é difícil. Por mais que a ilusão não possuísse a natureza da verdade, ela era confortável. Por ser ilusão, embriagava os sentidos, fazia ver sonhos que não poderiam ser realizados, não daquela maneira inverídica. A saudade é dessa embriaguez. Apenas dela.
É a falta dessa embriaguez que faz a jornada em busca da luz mais difícil. Não há mais nada para entorpecer. A luz começa a ferir os olhos, e não há nada que anestesie a dor. A cabeça fica zonza com o impacto, afinal, estava nas trevas. As pernas, desacostumadas a andar livremente, cambaleiam um pouco. Mas o cheiro do campo, pouco a pouco, entra nas narinas e mostra um cenário novo.
E nesse momento, o medo volta, a saudade do torpor! Medo de descobrir aquele campo imenso! É lindo, iluminado, cheio de novas possibilidades...mas o medo insiste em me fazer sentir falta do vício da ilusão. Contudo, percebo as vozes amigas. Elas já estão lá no campo, já conhecem o caminho. E me dizem para não desistir.
E o mais interessante: me fazem lembrar que num passado não tão distante assim, eu costumava cavalgar nesses campos, conhecer cada flor, cada árvore, cada pássaro a cantar! Sim, eu me lembro vagamente...o sabor da liberdade de cavalgar sem medo.
Posso cavalgar novamente??
Claro que pode...
Mas o medo...
Ele já não deve existir mais.
Sepultado está o medo.
Mas até mesmo me reencontrar é difícil. Por mais que a ilusão não possuísse a natureza da verdade, ela era confortável. Por ser ilusão, embriagava os sentidos, fazia ver sonhos que não poderiam ser realizados, não daquela maneira inverídica. A saudade é dessa embriaguez. Apenas dela.
É a falta dessa embriaguez que faz a jornada em busca da luz mais difícil. Não há mais nada para entorpecer. A luz começa a ferir os olhos, e não há nada que anestesie a dor. A cabeça fica zonza com o impacto, afinal, estava nas trevas. As pernas, desacostumadas a andar livremente, cambaleiam um pouco. Mas o cheiro do campo, pouco a pouco, entra nas narinas e mostra um cenário novo.
E nesse momento, o medo volta, a saudade do torpor! Medo de descobrir aquele campo imenso! É lindo, iluminado, cheio de novas possibilidades...mas o medo insiste em me fazer sentir falta do vício da ilusão. Contudo, percebo as vozes amigas. Elas já estão lá no campo, já conhecem o caminho. E me dizem para não desistir.
E o mais interessante: me fazem lembrar que num passado não tão distante assim, eu costumava cavalgar nesses campos, conhecer cada flor, cada árvore, cada pássaro a cantar! Sim, eu me lembro vagamente...o sabor da liberdade de cavalgar sem medo.
Posso cavalgar novamente??
Claro que pode...
Mas o medo...
Ele já não deve existir mais.
Sepultado está o medo.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Estrela
Eu tão acostumada a ser Lua, mudando de fases o tempo todo, misteriosa em seu canto, me deparo com alguém que me acha estrela.
As estrelas me parecem mais bonitas, mais interessantes...mas se ele tão desinteressadamente me acha estrela...quem sou eu para refutar.
As estrelas me parecem mais bonitas, mais interessantes...mas se ele tão desinteressadamente me acha estrela...quem sou eu para refutar.
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