segunda-feira, 8 de março de 2010

Não...mas...

Não...
Não procure entender minhas frases pseudo-filosóficas. Elas simplesmente nascem. Saem. Não precisa fazer sentido pra você. Deixe apenas que façam sentido para mim.
Não se assuste com as minhas carências repentinas.
Não queira saber tudo a meu respeito, pois nem eu mesma sei.
Não se queixe das saudades que sinto dos lugares que só conheço nos meus sonhos.
Não se ofenda se eu não quiser seguir um conselho seu. O livre-arbítrio existe.
Não se admire das minhas risadas inoportunas.
Não me leve tão a sério.
Não tente me prender. Eu sempre fujo.
Não me considere uma teoria revelada.
Não acredite nos meus sorrisos nervosos. Na verdade eu quero chorar.


Mas...
Me abrace.
Me olhe enquanto durmo.
Segure a minha mão quando o medo bater.
Não diga nada quando as palavras nada dizem.
Faça aquele olhar que diz "eu estou com você".
A sua existência significa algo para mim. Algo relevante. Importante.

Só sentimentos arrumados em frases. Só isso.

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